Paulo passa a carta inteira aos gálatas tentando resgatá-los da lei para a graça. Depois de ter ensinado a eles o evangelho de Jesus, Paulo se depara com um quadro de "engano" no meio do povo. Toda a graça e a beleza do mistério do sacrifício de Jesus resumido a questões carnais, tradicionais.
Nós somos como os gálatas. Conhecemos a Jesus, somos impactados por sua maravilhosa graça redentora e começamos a andar com Ele.
Porém, com o passar do tempo vamos "esfriando", nos descuidamos e os frutos da carne vão se manisfestando na nossa vida (Gálatas 5:19-21), mas "tudo bem, não podemos ser tão radicais... ainda estamos no mundo... ainda não temos corpo glorificado..." E vamos voltado às práticas do passado, sutilmente nos deixando envolver por uma bela capa de crente, "aparente circuncisão". Somos até capazes de identificar problemas no nosso irmão, afinal os "circuncidados" somos nós.
Decaímos da graça de Deus. Tornamo-nos meramente religiosos. Agora nosso foco não está mais no eterno, em Jesus, mas em questões terrenas revestidas de uma aparência espiritual: o banco da Igreja, a pregação do pastor, a direção do líder, o irmão do back, e por aí vão questões "até coerentes", mas apenas "papo de circuncisão".
"Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura." Gálatas 6:15
Diante do Senhor, quando formos nos apresentar a Ele - "E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, (...) foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras." Ap. 20:11-12, não são essas "questões" baseadas na nossa carne que terão valor ou serão questionadas, mas sim a oportunidade de SERMOS NOVAS CRIATURAS, de apresentarmos ao Senhor nosso "cesto", nossa vida com o fruto do Espírito desenvolvido no nosso caráter.
Isto sim importa: sermos novas criaturas.
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
Aninha
“mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo”... como nos apegamos à nossa vida nesta terra! Quando li esta palavra fiquei pensando, e ainda estou, em quantas coisas eu “anexo” à minha vida e que acabam me separando de Jesus, me separando da “excelência do conhecimento de Cristo Jesus”.
Sabem, Deus tem ministrado muito comigo sobre essas “perdas”, tenho passado minha vida a limpo para que o Espírito Santo me mostre o que está impedindo que eu desfrute da “plenitude de Deus” em todas as áreas da minha vida. Pode até parecer loucura, crentês, como vocês quiserem chamar, mas tem dado certo! A cada coisa que eu jogo fora, percebo algo novo de Deus brotando dentro de mim; é como se eu estivesse arando a terra do meu homem espiritual, permitindo que ela respire ares novos pelo Espírito Santo, e então Deus começa a fazer brotar algo especial onde antes só havia terra seca e “uma das coisinha que a Ana vinha guardando”...
Depois de ler toda essa reputação, tradição, família, profissão, tudo que Paulo abriu mão – “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.”; de nada adiantou tantos títulos e “crachás” se ele não tinha o detentor da vida! Bah, com certeza as coisas que eu andava levando comigo: CDs, livros, lugares, “amizades”, escolhas, posições, de longe tinham esse peso todo que as “coisas” que Paula carregava, e eu também não estava vivendo a plenitude de Deus.
Certo que ainda há várias “coisinhas de estimação” a serem deixadas pelo caminho, mas quando percebo uma delas, e meu coração aperta: Bah, mas isso eu gosto tanto! – lembro que, pela “excelência do conhecimento de Cristo” vale a pena deixar, abrir mão. Vale muito a pena repensar nossa vida para “ser achado nEle” (v. 9), para “conhecê-lo” (v. 10). Com todo esse peso do mundo não conseguimos ter uma experiência real com Jesus, o mundo nos separa dele.
Mas, não basta apenas abrir mão dessas coisas, deixando-as ali, à vista, para quando bater a saudade nos permitirmos “dar uma pecadinha”, “só um segundinho”. Paulo continua: “mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (v. 13 e 14). Deus é Deus de novidade, de movimento. Não podemos ficar parados na fé, ou presos a nada. E isso é tão sutil, que se a gente ratear já paramos! Precisamos “deixar” e “seguir” em frente, para nosso alvo. Isso é um desafio diário para mim: estar alerta espiritualmente. Alerta para não perder o alvo, para não descuidar de ler a palavra, de encher minha vida com louvor e adoração, alerta para estar ligada ao corpo, indo à Igreja. Sem perder o foco, sem desviar do alvo.
E, que alvo é esse? Eu, sinceramente, achava que nosso alvo até era a salvação, mas esse “alvo” que Paulo falava dizia respeito a ter uma vida legal aqui, casa, família, carro, profissão, ministério, todas essas coisas. Que rateada! Hoje, sei que esse alvo é algo bem maior: a eternidade! “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador.” (v. 20)
Em resumo: é uma baita oportunidade para nós deixarmos a nossa vida aqui, para vivermos a plenitude de Deus em todas as áreas da nossa vida, mas sempre com nossos olhos firmados naquilo que é a nosso alvo, nossa verdadeira esperança, a eternidade com Jesus. Isso é o que realmente tem que nos importar e nortear a nossa vida. A eternidade com Jesus.
Aninha
Bah! Assim, à queima roupa, apelei rapidamente para o Espírito Santo me ajudar a responder e Ele me socorreu: Porque só há dois estados espirituais: vida e morte. Só há dois caminhos: Jesus e o diabo. Se aceitei Jesus de verdade no meu coração, e estou buscando a cada dia me parecer mais com ele, então estou viva. Porém, se abandonei o Senhor para viver pela minha vontade, pela minha carne, então estou morta.Ufa! Isso não só respondeu, mas também a fez pensar. Mas não só a ela, a mim também.
Hoje, lendo I João 5:12 "Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida." - lembrei desse momento. Estou viva espiritualmente por causa de Jesus, porque nasci de novo, como Ele sugeriu a Nicodemos que este precisava nascer, porque confessei não só com minha boca, mas com meu coração que Jesus é o Filho de Deus, que veio em carne (I João 4:15), porque permiti que sua fé enchesse minha vida e comecei um novo caminhar com ele. Mas esse estado de "vida" é tão frágil quanto nossa vida terrena. Se descuidarmos ao atravessar uma rua, podemos morrer, assim como se comermos algo envenenado ou não cuidarmos do nosso corpo quando estamos doentes. Nos achamos muito fortes, mas na verdade, se pararmos para pensar, vivemos nos cuidando para permanecer vivos nesta terra. E não fazemos isso com tanto zelo na nossa vida espiritual. Eu pelo menos tenho me atentado só agora para isso.
Em I Pedro:
17 E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa "peregrinação", 18 Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, 19 Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 20 O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; (...) 23 Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.
Peregrinos. O Amauri Jr chamou “estrangeiros”. Seja qual for o nome, o fato é que a Palavra de Deus a cada dia me parece coisa de doido! E glória a Deus somos chamados diariamente a permanecer e crescer nessa “loucura” santa.
Lendo esses versículos fiquei pensando: “tempo de peregrinação”, “resgatados pelo sangue”, “gerados de novo”. Aparentemente termos desconexos, mas que tem tudo a ver espiritualmente falando. E apesar de cada dia o espiritual tornar-se mais real e vivo para mim, ao mesmo tempo estou em constante choque com a “tradição que recebi dos meus pais” e do mundo que me cerca, cheio de razões e explicações empíricas para tudo que acontece.
Fato é que somos peregrinos, estrangeiros, presos neste tempo, mas predestinados a eternidade com Cristo. Daí o mistério: conquistarmos dia-a-dia essa eternidade, através da busca verdadeira por uma vida de santidade no Senhor, pois sem ela não podemos nos achegar a Sua presença. E, hoje, só conseguimos isso porque fomos comprados pelo alto e impagável preço do sangue de Jesus. Esse lance do preço merece um parágrafo!
Bah, ouvi uma palavra que abriu meu entendimento espiritual sobre o sangue. Talvez pra muitos isso já seja batido, mas quando ouvi foi revelador, saltou aos olhos. Aqui na nossa realidade terrena, alto preço é medido em dólar, euro, muitos imóveis, uma excelente carteira de ações na bolsa, e podemos enumerar n formas de representar riqueza. No mundo espiritual a moeda não é dinheiro, mas sangue. Por isso até hoje os demônios requerem sacrifícios de sangue, temos exemplo disso só dando uma volta no bairro, nas esquinas... Mas, pela nossa vida, pela nossa eternidade com Cristo, ou simplesmente para batermos um papo com Ele em oração a qualquer momento, tudo já foi quitado. Temos um cheque em branco no mundo espiritual para falarmos com Jesus à hora que quisermos. Podemos pedir a Ele qualquer coisa, com fé, pelo sangue iremos receber (claro, neh, amados, oh a coerência nesse ponto...). Esse “óbvio” de que temos livre acesso ao mundo espiritual, na presença de Deus, pra tudo, pelo sangue de Jesus, nos passa batido, pois estamos olhando pra tantas coisas que acabamos deixando passar nossos dias e nossa vida sem usufruir dessa herança, tornando banal o sacrifício de Cristo. Ele se derramou para ter comunhão íntima e permanente conosco e nós nem aí pra Ele muitas vezes, envolvidos em mil coisas, até na Igreja.
Mas como fazer para que a realidade da minha vida em Cristo, como peregrino nesta terra, e o sacrifício de Jesus sejam reais e transformadores da minha vida? Em I Pe 1.23: “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.” Preciso matar o velho homem em mim, todo o dia quando acordo. Permitir que o novo seja gerado pela Palavra, só assim pra conseguir cumprir meu caminho como peregrino nesse tempo, seguindo rumo à eternidade com Cristo, com a mochilinha, ou melhor, minha cruz nas costas, dia após dia. Acho que essa morte não é total, nem instantânea, mas aos poucos vamos sendo gerados por Deus novamente, área por área da nossa vida... pelo menos é assim que vejo ele lidar comigo.
"Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, a afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria;"
benignidade Qualidade de benigno. 1 Que se compraz em fazer bem; benévolo. 2 Afetuoso, bondoso, complacente (falando de pessoa). 3 Agradável, favorável, propício, suave (falando das coisas).
mansidão 1 Qualidade de manso. 2 Serenidade. 3 Índole pacífica. 4 Brandura ou lentidão nas palavras ou na voz.
suportar 1 Sustentar o peso de, ter sobre si. 2 Sofrer com paciência ou resignação; agüentar, aturar, tolerar. 3 Fazer face a, resistir à ação enérgica de, ser firme diante de. 4 Acomodar-se a, admitir, achar tolerável. 5 Estar à prova de.
perdoar 1 Conceder perdão a; ser humanitário, tolerante. 2 Absolver, remitir (culpa, dívida, pena etc.); desculpar. 3 Poupar-se.
amor 1 Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2 Grande afeição de uma a outra pessoa de sexo contrário. 3 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 4 Objeto dessa afeição. 5 Benevolência, carinho, simpatia. 6 Culto, veneração. 9 Caridade.
agradecido 1 Que demonstra gratidão; reconhecido. 2 Grato, obrigado.
Oi amados!
Recebo uma news bem legal com palavras curtinhas e lendo lembrei do que vimos, e muito, em Tiago 1:
Então, deixo a mensagem abaixo para animar vocês a se alegrarem durante os Dilúvios diários, sempre mantendo o olhar à frente, focando o novo que o Senhor já está trazendo à luz para cada um de nós.
Amo vocês,
Aninha
Esse fortalecimento COM PODER permite que tenhamos uma vida de constância, arraigados, tendo enraizada no coração a palavra viva, que gera mudança genuína: Cristo habitando no coração (vs. 17). Com Cristo no coração, o cabeça da Igreja, algo torna-se inevitável na nossa caminhada: COMUNHÃO (vs. 18). No versículo 18 me saltou à vista "juntamente com todos os santos" conhecer o amor de Cristo. Isso não é possível sozinho, mas esse mistério é revelado na comunhão, na unidade da Igreja, do corpo, podemos então ter revelado o precioso amor de Jesus que excede todo o entendimento. E mais do que isso: SERMOS CHEIOS DA PLENITUDE DE DEUS. Num vocabulário bem nosso: Tremendo isso!!! Deus nos dando a conhecer, experimentar o seu amor e a plenitude da sua presença quando estamos em comunhão. Acho que experimentamos isso esses dias, neh?!
Essa vivência é descrita no Salmo 133:
Escrevendo isso lembrei de uma música (do baú) que cantávamos na Brasa e acho que tem muito a ver...
Amo vocês,
Aninha
Cada vez mais creio que com Deus nada é por acaso. Ele é bom mesmo no que faz, e dá sentido a cada pequena acontecimento na nossa vida.
A palavra de ontem só reafirma pra mim a nossa decisão em Deus de nos posicionarmos, firmemente nEle. Tomarmos o lugar, a vocação, que Ele tem pra nós e seguirmos adiante, sem medo.
O Pr. Paulo falou algo que me marcou muito: "Sem medo dos homens". Não sei de vocês, mas muitas vezes me mixei na minha postura como cristã, por causa dos homens, do que eles íam pensar de mim... (nessa hora minha amiga Paula diria Olha a cura aí! risos).
Brincadeiras à parte... cada vez mais certa estou de que se foi por amor que o Senhor conseguiu deixar seu Filho, seu único filho, vir morrer por mim, uma baita pecadora, então por esse amor eu também posso nEle todas as coisas. Certamente, tomar posição, seguir adiante, faça chuva ou sol, ainda será mais fácil que entregar um precioso filho para morrer por quem nem merece. Ainda que merecesse seria muito difícil alguém tomar essa decisão.
Na última reunião do louvor a Adelei lançou uma pergunta para o pessoal: vocês têm certeza do chamado de vocês? Forte isso, neh?!
Bah, eu fiquei encucada com essa pergunta. E desde lá estou colocando ela diante do Senhor.
Comecei a ler Efésios. Já dei uma lida geral, mas o livro é como Tiago, a gente tem que ir "dissecando" aos poucos. E já no capítulo 1, depois de Paulo descrever todos os planos de Deus conosco (já temos nEle todas as bênçãos espirituais, fomos planejados antes da fundação do mundo, temos a graça, a salvação, e por aí vai todas as coisas das quais não somos em nada merecedores), a partir do vs. 15 ele começa a orar pelo povo de Éfeso. E que oração, hein?! Como um pai ele vai colocando a igreja de Éfeso diante do Senhor. E, no vs. 18 Paulo diz: "Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual Ele os chamou (...). Em outra versão diz: "Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação (...)". Bingo!
Conversei bastante com a Adelei sobre essa questão. Ela me falou algo que eu guardei no coração: se temos certeza do nosso chamado, então o que fazemos não é mais um fardo, mas uma alegria, e conseguimos tirar nossos olhos dos problemas e das dificuldades, e enxergamos além, no Senhor. E frutificamos.
Pois foi isso que o pastor Baserque pregou no último culto. Paulo sabia do chamado dele, e se dedicou. Ele entendeu a necessidade de Éfeso (casualmente o mesmo que estamos estudando) e dedicou um tempão da sua viagem ali, com aquele povo. Ensinando, admoestando, exortando, e quando o bicho pegava, o povo se voltava contra ele e tudo mais, isso não abalava ele. Pelo contrário, ele entendia como dentro do propósito de Deus. Depois ele declara que passou por cadeias, perseguições, e tudo o mais, mas com uma leveza de quem estava viajando a passeio no Caribe. Enquanto na verdade ele estava era na Faixa de Gaza.
Então, temos certeza do nosso chamado levítico? Estamos certos da nossa vocação no Ministério? Isto é tão nosso em Deus que as coisas ao redor não nos atingem de morte?
Bah, preciso muito aprender a ver como Cristo vê. Aprender a ouvir como Cristo ouve. Saber não deixar as dificuldades do ministério, as divergências do convívio, enfim, todos os nossos podres como corpo me afetarem, e consequentemente barrarem meu andar com Deus. Quero poder chegar um dia diante do Senhor e ter essa leveza que Paulo teve ao falar da obra que Deus destinou a ele.
Estou aprendendo a amar vocês e a entender a vocação a qual fui chamada.
Aninha
Mini história de Paulo
Tiago tem muitos ensinamentos. É difícil saber por onde começar quando olhamos quase que diante de um "espelho" a nossa vida diária com Cristo sendo passada a limpo... achei que Tiago faz isso com a gente.
Então, antes de partirmos para o estudo de Efésios, gostaria de compartilhar mais uma coisinha com vocês.
Sabedoria terrena x Sabedoria do alto. O livro já começa falando sobre quem não a tem, peça que Deus dá a todos sem economizar. Acho que tenho mais a terrena que a do alto...
A sabedoria que vem do alto (3:17) é:
* pura (me chama à santidade)
* pacífica (me chama à paz)
* amável (me chama ao amor, o principal mandamento)
* compreensiva (me chama a entender melhor o próximo, a situação)
* cheia de misericórdia e bons frutos (essa característica é braba! Não basta ter misericórdia, temos de ser cheios dela e além disso ainda darmos bons frutos. O quanto será que estamos ligados à videira verdadeira???)
* imparcial (me chama à justiça, não a minha mas a de Deus. Para ter essa preciso conhecê-lo melhor, para ver as coisas como Ele. Dureza!)
* sincera (me chama à transparência, sem máscaras, sem falsa aparência)
Já a terrena (13:14-15) carrega consigo:
* inveja amarga
* ambição egoísta
que, segundo Tiago, traz confusão e toda espécie de males.
Sempre usei muito o versículo 5 de Tg 1. Depois de ler isso, entendi melhor sobre a sabedoria que Deus disse ter pra nos dar. Uma sabedoria que vai além dos conhecimentos naturais, nos ajuda a termos uma vida reta diante de Deus.
Minha oração é que Deus imprima essa sabedoria do alto nos nossos corações através desse tempo de leitura e estudo da palavra.
Um abração a todos!
Aninha
