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Atos - Cadu compartilha...

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At 1:4-5 Estando com eles, ordenou-lhes [Jesus] que não se ausentassem
de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual (disse ele)
de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou em água, mas vós
sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias.

At 1:8 Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e
ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e
Samaria, e até os confins da terra.

At 1:14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração (...)

At 2:1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no
mesmo lugar.

Ordem, Promessa, Tempo, Atitude, Promessa Cumprida

Gostaria de falar da atitude dos discípulos frente a esta promessa de
Jesus. Vendo como eles reagiram podemos aprender alguns princípios.

O Senhor deu a eles uma ordem a qual era que [não se ausentassem de
Jerusalém] mas que [esperassem a promessa do Pai]. Desta forma podemos
entender então que a ordem significa "Permanecer" e "Esperar".

Sabemos que logo depois que Jesus morreu os discípulos ficaram com
muito medo, pois temiam a perseguição dos judeus. Uma das formas
(erradas) que encontramos para nos livrarmos do medo é fugindo, mas
aqui Jesus ordena que seus discípulos permaneçam onde estão e
enfrentem o medo.

Como se não bastasse enfrentar o medo ainda tinham que [esperar]
"poucos dias", conforme a palavra de Jesus. Imagino que não seja nada
fácil esperar quando se está com medo de alguma coisa. Mas parece que
com Deus as coisas são assim mesmo. Ele sempre nos ensina em todas as
situações, prova nossos sentimentos nos dá sempre oportunidade de
adquirirmos maturidade, exercitarmos todo o que nos ensina.

Os desafios dos discípulos foram crescendo a cada dia e pelo que temos
notícias, não pararam de crescer até a morte de cada um deles.

Vejo que eles tiveram duas atitudes que os ajudaram a obedecer ao
Senhor e receber a promessa:

1 - Oração

O verso 14 de Atos 1 fala que eles "perseveravam unanimemente em
oração". Imagine as orações deles, quais seriam os motivos. Bom, se eu
fosse um deles, pediria ao Pai coragem e força para esperar e
permanecer.

2 - Comunhão

A segunda oração foi a unidade de sua comunhão. Eles permaneceram
unidos no mesmo lugar. Acredito que esta atitude de oração em comunhão
é fundamental para a obediência. O Senhor transforma nossas vidas
quando oramos. É mais um prova de que o relacionamento com Deus deve
ser comunitário também.

O Senhor sempre cumpre suas promessas, nós é que às vezes não andamos
pelo caminho da obediência o que faz com que não vejamos em nós o
cumprimento de tudo o que Ele promete.

II Coríntios - Cadu compartilha: Inspirando a Outros

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Inspirando a Outros

"porque bem sei a vossa prontidão, pela qual me glorio de vós perante os macedônios, dizendo que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos." (2 Coríntios 9:1)


Neste capítulo Paulo fala sobre o procedimento dos crentes da Acaia (Grécia) e como ele estimula a outros irmãos. Três aspectos deste elogio de Paulo são relevantes:


* Prontidão - Inclinação mental positiva

* Zelo - Ardor (fogo) interior que move as ações

* Estímulo - Provocar atitudes em outras pessoas


Poder ver como nosso procedimento influencia o meio onde vivemos tem grande valor para a realização pessoal. Até mesmo Cristo ficará satisfeito ao ver que sua obediência teve bom fruto "Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito (...)" (Isaías 53:11); Ver o fruto de nosso procedimento é fruto de satisfação.

Além da satisfação existe ainda outro motivo para que fiquemos alegres por nossas atitudes fazerem diferença: as palavras de Jesus que disse "Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens." (Mateus 5:13)

Mas para que nosso procedimento tenha bom resultado, ou seja possa estimular e influenciar a outros, para que efetivamente sejamos "o sal da terra" o texto de 2 Coríntios nos revela duas condições que são: Zelo e Prontidão.

Quantas vezes ouvimos a voz de Deus, mas demoramos tanto para obedecer que até quase esquecemos o que nos foi dito (pelo menos acontece comigo). Deve haver em nós uma inclinação a obedecer, uma disposição prévia para a obediência, isto é o que Paulo chama de Prontidão.

Outra força motriz da vida é a Paixão, aquela chama interna que nos move a tomar atitudes, é um desejo incontido de avançar, é uma vontade que vem do interior, ou do coração como gostamos de dizer. A palavra utilizada pelo apóstolo dá ideia de ciúmes (o mesmo que Deus tem de nós), ele chamou isso de Zelo.

Com Prontidão e Zelo para fazer coisas segundo a vontade de Deus com certeza nossas atitudes vão estimular a muitos.



Carlos Eduardo Dutra Brum

II Coríntios [8:1-4] - Cadu compartilha...

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2 Coríntios 8:1-4


"(...) a graça de Deus que foi dada às igrejas da Macedônia; como, em muita prova de tribulação, a abundância do seu gozo e sua profunda pobreza abundaram em riquezas da sua generosidade.(...) segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente, pedindo[-nos], com muito encarecimento, o privilégio de participarem deste serviço a favor dos santos; "



Nestes versos Paulo comunica aos irmãos em Corinto a disposição da igreja da Macedônia em colaborar com a necessidade de outras igrejas. Existem alguns aspectos interessantes nesta passagem:

Liberalidade na Escassez


Vemos nesta passagem que mesmo em sua pobreza os irmãos da Macedônia pediram encarecidamente o privilégio de colaborar com seus irmãos necessitados. Que lição nos dão estes irmãos, tendo pouco para eles mesmos, sua disposição em ajudar ainda foi grande. Penso que a disposição deles foi gerada por:


* Um amor genuíno sem desconfiança - 1 Co 13:5 "[o amor ] (...) não suspeita mal"

* Fé na provisão de Deus - At 20:35 "(...) Coisa mais bem-aventurada é dar do que receber."

* Inocência - Mt 18:3 "e disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus."


Senhor,

Perdoa-nos por deixar esfriar nosso amor tendo nós desconfiança em nossos corações em relação aos nossos líderes. Esquenta nosso amor, pois queremos estar entre os poucos que ainda têm amor nestes últimos dias. Ensina-nos a crer em toda a tua palavra e agir conforme nossa fé - melhor é dar do que receber. Move teu Espírito para nos conduzir de volta a inocência saudável das crianças.




Carlos Eduardo Dutra Brum

II Coríntios - Cadu Compartilha: Tribulações & Consolações

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"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a [consolação], que nos [consola] em toda a nossa {tribulação}, para que também possamos [consolar] os que estiverem em alguma {tribulação}, pela [consolação] com que nós mesmos somos [consolados] por Deus." (2 Co 1.3-4)

Afinal para que servem as dificuldades?

Um dos motivos pelos quais sofremos e passamos por lutas e dificuldades é para que possamos ajudar a outros. Assim como Deus está conosco quando passamos por dificuldades da mesma forma poderemos estar com os que passam por tribulações.

Considerando os significados das palavras utilizadas no texto (Consolar: Chamar para perto, animar, fortalecer com palavras; Tribulação: pressão, angústia, perseguição, problema), uma adaptação do texto poderia ser assim:

"Bendito seja (...)Deus(...)[que sempre nos chama para estar perto dele, que nos atrai para nos animar] {quando estamos passando por angústia}, para que também possamos [fortalecer e chamar para perto de nós para serem animados] os que estiverem em algum {problema ou perseguição}(...), [pois as mesmas palavras e o mesmo fortalecimento que recebemos de Deus] poderemos também transmitir a outros que necessitem."




Carlos Eduardo Dutra Brum

I Coríntios - Cadu compartilha

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1 Co 13:1

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine."


Os instrumentos musicais em si e seus sons nada são se não forem utilizados de forma correta, para nada servem além de perturbar aqueles que ouvem seu barulho. Mas os sons de instrumentos podem carregar mensagens e ter uma grande utilidade caso sejam bem empregados. A mensagem que produzem é mais valiosa, mais significativa do que os instrumentos e seus sons por si só.

Nós, instrumentos nas mãos de Deus, nada somos em nós mesmos e em nossas atitudes humanas.

Se tudo o que produzimos chama a atenção de outros para nós mesmos apenas, não está em nós a essência de Deus, o amor.

Por que nós mesmos não temos nada o que oferecer, mas O Senhor em nós sim. Se o que produzimos tem em sua essência atitudes que não provêm de nós mesmos mas de tudo o que nos ensinou Aquele que nos usa (pois nos ensinou o amor), nossa "música" não é vã, mas pode produzir vida naqueles que a "ouvem".




Carlos Eduardo Dutra Brum

Romanos - Cadu compartilha... Justificação pela Fé

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Justificação pela Fé


Rm 4:3;23-25 Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, não é só por causa dele que está escrito que lhe foi imputado; mas também por causa de nós a quem há de ser imputado, a nós os que cremos naquele que dos mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor; o qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitado para a nossa justificação.


Se considerarmos que a Salvação de Nossas Almas, ou seja, a Vida Eterna, é o presente mais precioso que podemos obter em nossa existência e que servimos a um Deus Santíssimo (Is 6:3) o qual é fogo consumidor, um Deus zeloso (Dt 4.24), podemos então entender o valor da Justificação. Sem ela não poderíamos ser reconciliados com este Deus Santo. Através de Jesus somos tornados justos. Mas o que é mais interessante nisso tudo é que O Pai decidiu justificar aquele que acreditasse, aquele que cresse n'Ele que ressuscitou a Jesus Cristo dentre os mortos.



Carlos Eduardo Dutra Brum

Hebreus - Cadu compartilha...

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Pessoal,

Estou compartilhando com alguns textos que escrevi durante a leitura de Hebreus.

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Hebreus 2.11
"(...)Pois tanto [o que santifica] como os que são santificados, vêm todos de um só; por esta causa ele não se envergonha de lhes chamar irmãos,(...)"

Acredito que a Santidade é algo como que um estado do ser em que este pode apresentar-se, relacionar-se com Deus que é Santo. Entendo que isto é possível somente através da justificação recebida através do sacrifício perfeito. Jesus, O Cristo, "o que santifica."

Hebreus 7:25
"(...)Portanto, [pode também salvar perfeitamente] os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles. (…)"

Alguém lembra da música "Tem Poder para Salvar"? Essa passagem parece ter embasado a afirmação do autor. A morte de Jesus Cristo na cruz é suficiente para salvar, apagar o pecado de todo aquele que nele confia. Ele intercede por nós, coloca-se entre nós e o Santíssimo Pai da Eternidade. Tomou nosso lugar de pecadores se fazendo maldição em nosso lugar, sendo condenado, tirando de sobre nós o peso de injustiça.

Hebreus 9.11,12
"Mas Cristo (...) [não pelo sangue de bodes e novilhos], mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma [eterna redenção]."

A reconciliação com Deus desde o princípio foi dada através do perdão de Deus e sempre através da morte. "E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu." (Genesis 3.21) O salário do pecado é a morte.
Depois do pecado do primeiro Adão ter acontecido, não somente ele e sua descendência começaram a morrer, ou seja perder, a eternidade da carne, mas para que houvesse remissão de pecados deveria haver morte, derramamento de sangue. As peles dadas a Adão e Eva foram tiradas de um animal que teve que morrer para cobrir a vergonha do homem. A iniciativa foi do Pai, as peles foram dadas por Deus. O pecado requereu seu pagamento, Deus sempre paga a conta!
Mas Jesus Cristo, de uma vez por todas apresentou a si mesmo (novamente iniciativa de Deus) como sacrifício perfeito de morte e sangue justificador para que pudéssemos alcançar a graça do perdão do Pai. Pela morte inocente de Jesus, o filho de Deus, podemos plenamente confiar no total perdão de Deus sobre nós, pois sendo Ele o autor da vida, entregou-a por nós para que todos fossemos reconciliados com Deus.


Hb 1:14

Não são todos eles [os anjos] espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?

Uma das funções dos Anjos

Quantos já oraram pedindo que anjos nos guardassem ou lutassem a nosso favor? Aqui está a passagem que embasa estas orações, afirmando que os anjos são espíritos que ministram, servem a nosso favor, pois nós somos [aqueles que hão de herdar a salvação]. Mas acredito que eles só trabalhem segundo a vontade de Deus!


Carlos Eduardo Brum

Hebreus - Cadu compartilha... O Salvador Jesus

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Estou mandando outro trecho de meditação para vocês:

Salvação através de Jesus Cristo
Hebreus 2:9b,10 “(...)[Jesus, coroado de glória e honra], por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por meio de quem tudo existe, em trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos [o autor da salvação deles].”
Esta frase “o autor da salvação deles” me faz pensar em uma cena, já descrita por alguns pregadores, a qual relata Jesus diante do Pai, dizendo: “Pai, eu vou lá, morro por eles, para que o pecado de todos seja perdoado e eles possam estar novamente diante de Ti, assim como eu estou contigo”.

Um autor, cria uma obra. Se a Salvação é uma obra, e Jesus é seu autor, então ele voluntariamente desejou fazê-la, criá-la. Mesmo sabendo que Jesus e O Pai são um, este jeito de abortar o assunto, faz com que pensemos em uma ponta de individualidade na decisão. Não querendo me aprofundar demais na teologia, resumo assim: “Deus escolheu nos salvar e realizou isso através de Jesus Cristo”.

Carlos Eduardo Brum

Hebreus - Cadu compartilha... Animem-se uns aos Outros

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Heb 3:13 antes [exortai-vos] uns aos outros [todos os dias], durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado;

Lembro o quanto Adelei nos repete esta frase: “Estimulem-se uns aos outros”. Lendo esta passagem fica claro que isto é necessário que realmente nos estimulemos, para que as mentiras enganosas do pecado, que nos oferece prazer mas nos afasta de Deus, não afaste nossos corações deixando-os incredulamente duros, ao ponto de as verdades simples da palavra não possam penetrar em nós. Neste sentido, estamos em falta uns com os outros caso não façamos isto, “todos os dias”. Eu estou em falta com meu grupo e você?
Lembrando o significado da palavra “exortar” que é: animar.

Princípios da Fé Cristã
É interessante notar que ao longo do livro de Hebreus, o escritor trabalha no sentido de confirmar a fé em Jesus Cristo, através das escrituras do antigo testamento. Pode-se notar que ele cita inúmeras passagens que ressaltam a veracidade da posição de Jesus como O Cristo, O Salvador, aquele cuja morte apagou nossas transgressões. Vou listar e comentar o que me chamou a atenção nestes textos. 

Salvação através de Jesus Cristo
Hebreus 1.3 “sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo [feito a purificação dos pecados], assentou-se à direita da Majestade nas alturas(...)”
  • Este primeiro texto já no terceiro versículo fala de Jesus Cristo, como “Aquele que faz a purificação dos pecados”
    Hebreus 2:3,4
    “como escaparemos nós, se descuidarmos de tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi- nos depois confirmada pelos que a ouviram: testificando Deus juntamente com eles, por sinais e prodígios, e por múltiplos milagres e dons do Espírito Santo, distribuídos segundo a sua vontade.”

    • Imagino que o livro tenha si endereçado aos Hebreus, ou seja, inicialmente ao povo de Israel, o qual a princípio teve problemas em reconhecer a Jesus como o Messias. Nesta passagem o escritor exorta a quem lê que não negligencie, não ignore a salvação dada por Deus através de Jesus Cristo. Afirma ainda que esta verdade foi confirmada pela mão de Deus, operando através dele (Jesus) “sinais e prodígios”, os quais podem ser confirmados pelos que o ouviam.

Carlos Eduardo Brum

I João - Cadu compartilha... Andar na luz

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"E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado." I Jo 1:5-7

Andar na Luz

Quando li isso fiquei me perguntando: “Será que eu ando na luz?” Bom primeiro temos que entender o que é andar na luz. Se Deus é luz, então andar na luz é andar em Deus! Ok, essas coisas espirituais às vezes ficam meio complicadas.
Tem uma parte do texto que diz assim: “...se andarmos na luz (…) temos comunhão uns com os outros...”. Ah! Bom, andar na luz tem como conseqüência andar em comunhão uns com os outros. Se é assim, então vamos ver o que é comunhão.


Comunhão

O dicionário diz que ter comunhão é o ato ou condição de ter as mesmas idéias, valores, sentimentos. O mesmo livro também diz que comungar é pertencer a um grupo que tem as mesmas idéias, ter algo em comum com alguém. Desta forma andar na luz é compartilhar dos mesmos ideais, ter algo em comum com os irmãos, é ter um bom relacionamento, não guardar rancor ou mágoa. Reconhecer que erramos, liberar perdão, amar incondicionalmente, são manifestações do desejo de viver em paz com todos, de ter um bom relacionamento. A final, como seria possível compartilharmos alguma coisa se não tivermos um bom relacionamento? É eu sei que conviver não é fácil, as diferenças se evidenciam. Quanto mais tempo passamos juntos, mais conhecemos e mais vemos as limitações uns dos outros e também as nossas próprias. Aí mesmo é que temos a oportunidade de amar nosso irmão com tudo o que ele é e não é. O andar em comunhão reflete a nossa condição espiritual – ou seja, se realmente andamos na luz. Quem está em boas condições espirituais anda em comunhão.


Purificação

Por algum motivo esta condição de comunhão nos concede a purificação de nossos pecados de nossos erros e ofensas a Deus, pelo Sangue de Jesus Cristo, por Sua morte. É como se nosso relacionamento com as pessoas fosse o reflexo de nossos relacionamento com Deus. Já nos ensinou Jesus a orar: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; (…) Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.” Mateus 6.12;14. Nossas atitudes somente revelam nosso interior. Como podemos dizer que amamos a Deus se não amamos nosso irmão? Como podemos estar em paz com Deus (reconciliado com Ele, limpo de todo o pecado) se não temos paz com nosso irmão?

Carlos Eduardo Dutra Brum

I Tessalonicenses - Cadu compartilha... Pregar e Trabalhar

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"Porque vos lembrais, irmãos, do nosso labor e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus."
I Tessalonicenses 2:9
Pregar e Trabalhar

Não sei se isso aconteceu com todos, mas quando comecei e ler a bíblia, os evangelhos me penetraram de uma forma, que queria praticar tudo que estava ali, queria “dedicar minha vida toda a Deus” trabalhar para Deus tempo integral. Queria fazer seminário, ser pastor ou coisa assim. Pensava que Deus queria isso de mim. Achava que Ele queria que eu agisse assim e não que eu tivesse um uma outra profissão mas que fosse pastor e/ou pregador, coisas assim, essa era minha cabeça de novo crente.

Sinceramente não sei se não ter feito isso foi a coisa certa, mas uma coisa sei. Posso não ser pastor e nem ter o título de pregador, mas isso não me impede de pregar o evangelho. Acredito que se não deixar esfriar meu amor por Deus posso ser um “pregador” da palavra onde quer que Deus me leve. Se Paulo pregava aos Tessalonicenses e ainda trabalhava ao ponto de fatigar-se, cansar-se muito, muito mesmo, porque eu também não posso pregar e trabalhar?

Como diz Amauri Jr.: "Sou um cristão e tenho uma profissão e não um profissional que é também é cristão." O ponto é esse, se colocarmos nosso amor a Deus acima de todas as coisas, podemos fazer o que for, sempre teremos força para pregar, para testemunhar de nossa fé.

Carlos Eduardo Dutra Brum

I Timóteo - Cadu compartilha... A noiva em silêncio

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“Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio.” I Tm 2.15

A natureza caída da cultura humana mercantilista, materialista e imediatista de nossos dias nos pressiona. Pressiona-nos a desejarmos e acreditarmos que NECESSITAMOS de tudo o que as estratégias de marketing nos oferecem de todo o jeito. Pela internet, pela televisão, pelas músicas, jornais e tudo o mais que conseguirem utilizar, nos pressionam a gastarmos nossa força e nossa vida para obtermos coisas vãs, nos pressionam a viver correndo atrás de coisas que não tem valor. E como se isso não bastasse, esses meios nos pressionam tanto que alguns de nós acreditamos serem elas realmente necessárias, imprescindíveis e legitimamente desejáveis. Procuram nos convencer, subjugar-nos a estas vaidades e além disso ainda ensinar as futuras gerações a fazerem o mesmo. Algumas de nossas crianças crescem acreditando que todos os seus desejos infantis sempre serão satisfeitos (imagino que não seja nada fácil criar filhos – dizer “não” deve ser dolorido no momento, Deus fortaleça os papais e mamães da igreja). Alguns pais querendo fazer de seus filhos os mais felizes e completos, fazem o impossível (até contra seus próprios princípios) para elevá-los a esta condição. Mas sabemos que isto não acaba bem. A vida não é assim! Estas crianças crescem mandando em seus pais e conseguindo o que querem. Choram e ganham, gritam e são atendidas!

Nosso noivo nunca se comprometeu a nos dar tudo o que desejássemos. Ele supre todas as nossas necessidades e não nossas vaidades. Alguns acreditando que podem dizer a Deus o que Ele deve fazer para fazê-los felizes tentam dar ordens e prazos para Deus. Muitos aprenderam isso com seus pais e acreditam que Deus também deve ser assim, comportar-se no mesmo padrão. Afinal, quem é o noivo, quem é o marido, quem é o cabeça? Nós como noiva não devemos nos submeter, nos colocar debaixo da vontade (boa, agradável e perfeita) do noivo? Sim noiva de Cristo, nosso lugar é debaixo da vontade do noivo, em silêncio, confiando no noivo, confiando em Jesus. Acreditando que tudo o que está escrito a nosso respeito (na bíblia) é verdade. Acreditando que nossa ansiedade e reclamação não nos levará para perto de nossos próprios objetivos. Nosso lugar é debaixo da mão de misericórdia e justiça do noivo que nos conduz por entre as circunstâncias da vida sempre nos ensinando algo.

Ele é que nos ensina. Quem somos nós para ditarmos as regras ou apontarmos o caminho de nossas próprias vidas? Ele o noivo é que detém toda a sabedoria. Nosso papel é depender d'Ele em [silêncio e] confiança.

Carlos Eduardo Dutra Brum

Tiago - Cadu compartilha... Provações

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"Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, (...) Bem-aventurado o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam." Tg 1.2,12

Provações

Tiago nos recomenda a nos alegrarmos por passarmos por dificuldades. É isso mesmo, alegrarmos! Parece loucura e não só parece como é. As coisas de Deus parecem loucura para os que não crêem mas são esperança para os que crêem em Deus.
As dificuldades nos colocam em situação de escolha, busca a Deus e depender dele ou lutar sozinho esperando que as coisas saiam tudo bem. Suportar provações sem Deus é impossível. Não há como! Se as suportamos sem Ele, não aprendemos e não estamos buscando o que Ele deseja para nós. O verso 12 diz que é mais que feliz o homem que suporta as provações.
Mas, o que é suportar a provação? É permanecer firme na fé, não desistir de Deus, de ser crente. É não negar a Jesus mesmo em face da morte. É agüentar mesmo! Sem reclamar nem recuar, mas confiar que o que Deus prometeu Ele fará. Crer que mesmo que morrermos para este mundo, Ele está de braços abertos para nos receber no outro. É crer e agir conforme nossa fé de que vale a pena passar dificuldades sendo fiel a Deus. Engana-se aquele que pensa que por servir a Deus está imune aos obstáculos desta vida! Aos ser provado - quando estiver em dificuldades - abra um sorriso (insano: para este mundo) pois O Pai está no comando.

Carlos Eduardo Dutra Brum

I Timóteo - Cadu compartilha... Quem é o noivo. Como deve ser a noiva.

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I Tm 2:8-158 Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda.
9 Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos,
10 mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.
11 A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão.
12 Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio.
13 Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.
14 E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão;
15 salvar-se-á, todavia, dando à luz filhos, se permanecer com sobriedade na fé, no amor e na santificação.

Considerando que Jesus é o noivo e nós (a igreja) somos a noiva, este trecho da carta de Paulo a Timóteo nos traz uma série de revelações.

a) Quem é o noivo:“os homens orem em todo lugar” - aquele que tem comunhão íntima com o Pai, Ele e o Pai são Um;

“levantando mãos santas” - tudo o que Ele faz é bom e perfeito, Ele é justo sempre;

“sem ira nem contenda” - Ele é a imagem, a realização da misericórdia do Pai para com o mundo, o príncipe da Paz. Ele está em paz conosco, pois nossa culpa já foi apagada, nossa ofensa já não afronta mais nosso Deus. Nós estamos em paz com o Pai por causa do noivo;

b) Como é a noiva (como devemos ser):
Paulo descreve algumas características e costumes, as quais recomenda às mulheres, como sabemos que pelo Espírito refere-se a nós como igreja, então
 
“que as mulheres se ataviem com traje decoroso” - decoro = decência = honestidade;
 
Devemos proceder honestamente em nossos negócios como cidadãos e como instituição. Devemos procurar seguir as leis, sem nos aproveitarmos da ignorância daqueles que nos cercam. Como aqueles que “buscam em primeiro lugar o reino de Deus e a sua Justiça” devemos buscar viver em justiça, honestidade e honra. Devemos nos submeter à toda autoridade, salvo em caso de nos ordenarem a agirmos contra as escrituras.
 
“com modéstia e sobriedade” - desprovidos de vaidade ou orgulho. Andar na palavra de Deus a qual tem sua força na verdade e na simplicidade, procurar obedecê-la.

“não com tranças” - A igreja não deve gloriar-se ou orgulhar-se por aquilo que consegue construir com suas próprias mãos. Todo o talento e capacidade vem do Pai que é digno de toda a glória.

“ou com ouro, ou pérolas” - Nosso orgulho também não deve estar naquilo que temos. No tanto de recursos materiais temos, no quanto podemos comprar.

“ou vestidos custosos” - muito menos naquilo que adquirimos deste mundo. Se alguma coisa alcançamos é com um propósito de expandir o Reino de Deus. Se alguma coisa conquistamos neste mundo é porque nosso noivo nos permitiu.

“mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras” - a igreja como a reunião dos representantes, embaixadores do Reino de Deus neste mundo, devemos fazer as obras que Ele fez. Buscarmos fazer ainda maiores, pois é Sua promessa. E estas obras não são apenas construções humanas, que fazem memória de nomes de pessoas, mas obras eternas, edificação e transformação de vidas as quais só são tocadas e impactadas quando o caráter de amor de Deus é veiculado através de nossos atos de justiça.

“A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão” -

(continua...)

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Carlos Eduardo Brum

Colossenses - Cadu compartilha... Capítulo 1 versos 22 e 23

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"Agora contudo vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, a fim de perante ele vos apresentar santos, sem defeito e irrepreensíveis, se é que permaneceis na fé, fundados e firmes, não vos deixando apartar da esperança do evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, fui constituído ministro."

Paulo sempre dá uma “volta na cabeça” em qualquer leitor de suas cartas. Duvido que o pessoal da época dele não tenha voltado umas linhas atrás duas ou três vezes ao ler as frases dele. As afirmações são profundas. Cada frase tem um universo de significado. Mas i
ía me esquecendo que as frases não são propriamente “dele” mas “através dele”. São inspiradas por Deus. Ah! Por isso são tão profundas. Bom, mas deixando observações de lado, gostaria de falar sobre algumas palavrinhas desses dois versículos que me chamaram muito a atenção: “(…) santos, sem defeito e irrepreensíveis, se é que permaneceis na fé (...)”

Salvos, sim! Pelo sangue de Cristo! E tem mais...


As palavras que me chamaram a atenção foram mais precisamente “desde que continuem alicerçados e firmes na fé” (Cl 1.23 NVI). O pai nos reconciliou com ele através da morte de Jesus Cristo seu filho, mas existe uma parte que nos cabe: “permanecer na fé”. O importante é que mesmo tendo O Senhor nos reconciliado com ele por meio de Jesus, devemos escolher permanecer crendo que isto é verdade, que necessitamos de um Salvador. Creio que permanecer nesta fé significa crer e continuar crendo que somos reconciliados com Deus (conhecer e prosseguir em conhecer ao Senhor), cultivar esta verdade levando uma vida digna do Senhor. Entendo que cultivamos a fé não somente ouvindo e lendo a bíblia como também orando e relacionando-nos uns com os outros, tudo dentro dos padrões de Deus. Essas coisas fazemos quando nos reunimos para adorá-lo como igreja. Não somente no templo, mas tendo um mesmo objetivo de vida: viver nossas vidas para Deus. Assim somos igreja, negando a nós mesmos, tomando todos os dias nossa cruz – em direção à morte – e seguindo a Jesus. Engana-se quem pensa que a vida cristã se faz somente de crer que somos salvos pela graça por meio da fé em Cristo. A fé sem obras é morta, já dizia nossa irmão Tiago:


Tiago 2.18-20 "Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?"


Se dizemos que cremos nEle e não o honramos com nossas vidas, nossa fé é vã.


Aquele que crê vive por sua fé e morre por sua fé!
 
Cadu

Colossenses - Cadu compartilha... Capítulo 1 versos 3, 9 a 12

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"Graças damos a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, orando sempre por vós, por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo; Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz;"

No início da carta aos colossenses, Paulo fala de como o alegra o amor destes irmãos por todos “os santos”, todos os crentes da época. Em seguida relata alguns aspectos da oração feita por ele e seus companheiros (de prisão) por esses irmãos de Colossos. Imagino que ao receberem as notícias sobre as igrejas, os motivos de oração íam surgindo no meio das conversas diárias. Podemos tomar o início do capítulo 1 como um manual de intercessão pela igreja.


Os pontos mais relevantes são:


1 Agradecimento


2 Pedidos


     2.1 que os irmãos sejam cheios de pleno conhecimento da vontade de Deus,


     2.2 que tenham sabedoria e entendimento espiritual, para que vivam de maneira digna do Senhor,


     2.3 que possam agradá-lo em tudo,


     2.4 que frutifiquem e cresçam no conhecimento de Deus,


     2.5 sejam fortalecidos,


     2.6 que tenham perseverança,


     2.7 paciência


     2.8 alegria


3 Agradecimento
 
Agora já temos sugestões de motivos para nossas orações na sala!
 
Cadu

Efésios - Cadu compartilha... Pecado, Salvação e Graça

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Efésios 2:8-9
Devido à Sua bondade é que vocês foram salvos, mediante a confiança em Cristo e até a própria fé em Jesus não vem de vocês mesmos; é uma dádiva de Deus também. A salvação não é uma recompensa pelo bem que fizemos, portanto nenhum de nós pode obter qualquer mérito por isto.

Pecado
O pecado é nossa ofensa a Deus. O Senhor não nos criou para o pecado, mas para um relacionamento com Ele. Quando escolhemos pecar ofendemos a Deus, brigamos com Ele. Pecamos todos os dias, ofendemos a Deus com nossos pensamentos e escolhas diárias que vão contra a Sua vontade. Desta forma merecemos, com toda a justiça ser lançados no inferno. Assim todas as pessoas (quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra). Estamos completamente perdidos em nossos erros e ofensas a Deus. Não temos como com nossa própria força justificar a nós mesmos.
Quantos ao ler pela primeira vez o relato de Gênesis 3, quando Adão e Eva decidem desobedecer a Deus, não ficaram admirados com a severidade com que Deus recompensou (com a morte) o pecado da desobediência.  Se tivesse sido assassinato, furto, roubo  ou coisa assim, até não é de se estranhar a morte! Mas uma “simples” desobediência. Pois é! Esta sensação de que a recompensa da morte para um pecado aos nossos olhos insignificante, mostra o quanto nossa natureza está distante dos padrões de Deus. É como se ao longo do tempo nossa cultura humana fosse degenerando-se cada vez mais até que hoje achamos que isso não é tão importante, como se desobedecer a Deus fosse algo simples e sem importância. Esse é o padrão de Deus, a santidade. Mesmo aqueles que não são indiferentes, precisam do perdão de Deus. A bíblia diz que 'não existe um justo sequer', 'todos pecam e são necessitados do perdão (da glória) de Deus', pois não há como tornar-se justo diante da perfeita santidade do Pai.
 
Salvação
É pela graça que somos salvos, reconciliados com Deus, através de Jesus Cristo, O seu Filho. Isto é salvação: a reconciliação com Deus. Estávamos brigados, de relações cortadas com Ele. Fazemos novamente as pazes com Deus crendo que Jesus sofreu por nossos pecados e que o lugar na cruz era nosso e não Dele. Esse reconhecimento, não deve ser só de palavras, mas de atitude, então confessamos nossos pecados, nossas injúrias contra Deus e nos arrependemos (ou seja escolhemos não pecar mais). Essas atitudes demonstram nosso reconhecimento de que somos salvos crendo que Jesus é o Cristo, o Ungido de Deus que haveria de vir, O Messias esperado por Israel, O Escolhido e que Seu sacrifício tem o poder de nos tornar perdoados por Deus O Nosso Pai. Mesmo assim, tem esse pedacinho: “A salvação não é uma recompensa pelo bem que fizemos(...)”
 
Graça
Bom, então vem a graça, mesmo com tudo isso, confissão, arrependimento, atitude, ainda não estamos nem perto de merecer o perdão de Deus. Esse perdão custou a morte de Seu Filho Único justo e perfeito, tomando o nosso lugar, pois não somos capazes de justificar a nós mesmos a menos que recebamos o salário de nosso pecado, a morte. O padrão de Deus é alto e não temos como atingí-lo. Precisamos de alguém que o faça por nós. Jesus morreu a nossa morte e nós vivemos a Sua vida, merecíamos o inferno mas recebemos o perdão, somos salvos pela Graça – não merecemos mas pela bondade e misericórdia de Deus recebemos = GRAÇA. Por isso não podemos receber nenhum mérito, é totalmente GRAÇA.

Carlos Eduardo Dutra Brum